Deuteronômio 28–31
Em Deuteronômio 28, Moisés coloca diante do povo uma realidade sem maquiagem: obediência a Deus produz vida ordenada e frutífera, e a rebeldia produz um efeito dominó de perda, confusão e opressão. As “bênçãos e maldições” não são magia; são o retrato do que acontece quando uma nação anda alinhada com o Senhor — ou quando troca Deus por ídolos e autonomia orgulhosa. Em Deuteronômio 29, a aliança é reafirmada com seriedade comunitária: ninguém fica “neutro” nessa história, e Moisés alerta contra o autoengano de achar que dá para manter um coração dividido e, ainda assim, colher paz. Em Deuteronômio 30, porém, brilha a misericórdia: Deus fala de arrependimento e retorno, de restauração mesmo depois da disciplina, e apresenta a decisão central de forma cristalina — escolher o caminho de Deus é escolher a vida. E em Deuteronômio 31, Moisés prepara a transição: ele não atravessará o Jordão, mas a missão continua; Josué é fortalecido, a Lei deve ser lida publicamente para manter o povo calibrado, e Deus deixa claro que a perseverança do povo dependerá de lembrar, ouvir e obedecer — não apenas começar bem.
Oração: Senhor, livra-me do autoengano e da fé “de fachada”. Dá-me um coração inteiro para te obedecer e humildade para voltar quando eu me desviar. Fortalece-me para atravessar meus “Jordões” com coragem, confiando que o Senhor vai adiante e que a Tua Palavra mantém meus passos no rumo. Amém.






